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Força Aérea marca avanço no setor espacial nacional

A Força Aérea vive um momento marcante na história da Instituição e na história do setor espacial nacional. Realizou-se hoje, dia 30 de março, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, a cerimónia de lançamento de satélites, presidida pelo Ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida. Esta operação de lançamento de satélites irá colocar em órbita satélites das Constelações do Atlântico e Lusíada. 

No âmbito da Constelação do Atlântico, foi lançado o satélite CA-01, do CTI Aeroespacial, o primeiro com tecnologia radar desta constelação, permitindo a observação da superfície terrestre em quaisquer condições meteorológicas e independentemente da hora do dia. Este satélite será integralmente operado pela Força Aérea, reforçando a sua capacidade de vigilância e monitorização do território nacional, em terra, no mar e no ar, bem como o apoio à gestão de emergência, sustentabilidade e segurança.

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General Sérgio da Costa Pereira, afirmou que este momento confirma uma Força Aérea mais tecnológica capaz de integrar sistemas avançados e operar em todos os domínios, incluíndo agora, o espacial. Afirmando ser um salto tecnológico que coloca Portugal "ao nível das nações que domínam as capacidades espaciais mais avançadas", o CEMFA enalteceu que agora a Instituição fica mais preparada e "pronta para enfrentar os desafios de um ambiente tecnológico em rápida transformação".

Neste solene momento estiveram também presentes o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General João Cartaxo Alves; o Chefe do Centro de Operações Espaciais, Coronel Costa; o Presidente do Conselho de Administração do CTI Aeroespacial, João Rebelo; o Chief Executive Officer do CEiiA, Rui Felizardo; e o Chief Executive Officer da LusoSpace, Ivo Vieira.

Um momento histórico que permite à Força Aérea e a Portugal avançar tecnologicamente apoiando à decisão em diversos contextos operacionais, voando mais longe, mais alto e mais rápido do que nunca.