A Esquadra 751 – “Pumas” realizou, em dois dias, 19 e 22 de outubro, três missões de resgate, permitindo prestar assistência médica urgente a três pessoas a bordo de diferentes navios de passageiros que navegavam ao largo do Atlântico.
A primeira missão teve início no dia 19 de outubro, pelas 14H40, com o empenhamento de um helicóptero EH-101 Merlin da Esquadra 751 - “Pumas”, com destacamento permanente no Aeródromo de Manobra N.º 3 (AM3), na ilha do Porto Santo. A operação teve como objetivo o resgate de uma mulher de 78 anos, a bordo do navio de passageiros "BRITANIA", que navegava a cerca de 469 quilómetros do Porto Santo. Após a chegada ao Aeroporto da Madeira, pelas 17H55, os "Pumas" foram novamente empenhados para uma segunda missão de resgate.
Um homem de 69 anos encontrava-se a necessitar de assistência médica urgente a bordo da embarcação “HANSEATIC” que navegava a cerca de 317 quilómetros do Porto Santo. À semelhança da primeira operação, a missão contou com o empenhamento de um helicóptero EH-101 Merlin da Esquadra 751 – “Pumas” e de um avião C-295M da Esquadra 502 – “Elefantes”, que assegurou o apoio necessário à operação, atendendo à complexidade das missões de busca e salvamento em alto-mar.
Ontem, 22 de outubro, a Esquadra 751 – “Pumas”, destacada na Base Aérea N.º 6 (BA6), no Montijo, foi ativada para uma nova missão de resgate. Desta vez, a operação decorreu junto do navio “AIDASOL”, que se encontrava a cerca de 241 quilómetros da BA6, garantindo apoio a uma mulher de 82 anos que necessitava de assistência médica com a máxima urgência.
Estas três operações enquadram-se numa semana de elevada atividade operacional para a Força Aérea, na qual a Esquadra 751 – “Pumas” realizou ainda duas missões de transporte aeromédico entre ilhas do arquipélago da Madeira. No conjunto destas missões, foram transportados sete doentes, quatro em missões de transporte aeromédico e três em missões de resgate em alto-mar.
A resposta a estas ocorrências evidencia a capacidade de atuação da Força Aérea na salvaguarda da vida humana, através do empenhamento coordenado dos meios aéreos e das respetivas tripulações, garantindo o acesso a cuidados de saúde urgentes, mesmo em cenários de elevada complexidade, quando cada segundo é imperativo ao sucesso da missão.
