Direção de Comunicações e Sistemas de Informação

Missão

Administrar os sistemas de comunicações e de informação, de comando e controlo, de ajudas à navegação aérea e de vigilância, no âmbito da segurança militar bem como as correspondentes infraestruturas tecnológicas.

 

Competências

a) Gerir os recursos materiais da Força Aérea, promovendo a sua obtenção, receção, distribuição, manutenção, inspeção, recuperação e abate;

b) Promover a identificação e satisfação das necessidades de recursos materiais decorrentes dos planos e programas aprovados;

c) Colaborar na preparação dos projetos orçamentais anuais e dos ajustamentos necessários à execução dos planos e programas aprovados;

d) Colaborar na definição dos requisitos operacionais e logísticos dos meios necessários para assegurar as capacidades da Força Aérea e planear o apoio logístico durante o respetivo ciclo de vida;

e) Promover a elaboração e atualização dos regulamentos e manuais de organização do Comando, Direções Técnicas e Órgãos Dependentes;

f) Efetuar estudos técnicos e participar nas atividades de investigação e desenvolvimento;

g) Apoiar tecnicamente os outros Comandos na execução das suas tarefas logísticas;

h) Colaborar na preparação do Plano de Atividades da Força Aérea;

i) Assegurar o cumprimento, na área da sua responsabilidade técnica, da regulamentação com implicações na Prevenção de Acidentes;

j) Assegurar a satisfação dos requisitos da qualidade, em todas as áreas da sua responsabilidade;

k) Efetuar inspeções técnicas, em coordenação com a Inspeção-geral da Força Aérea;

l) Desenvolver e implementar os sistemas de comunicações e informação adequados à eficaz e eficiente gestão e utilização dos recursos e capacidades da Força Aérea;

m) Promover a identificação e satisfação das necessidades em termos de comunicações e sistemas e de informação, de comando e controlo, de ajudas à navegação aérea e de vigilância, no âmbito da segurança militar;

n) Colaborar na administração do pessoal destinado a desempenhar tarefas na sua dependência técnico-funcional e ainda na sua preparação e qualificação;

o) Elaborar relatórios periódicos de atividades e atos de gestão.

HISTÓRIA

A Direção de Comunicações e Sistemas de Informação inicia a sua atividade a 11 de junho de 2008, por Despacho do General CEMFA. Tem por missão administrar os sistemas de comunicações, comando e controlo, navegação e vigilância aérea, bem como os sistemas de informação da Força Aérea, e as correspondentes infraestruturas tecnológicas.

A DCSI, apesar da sua data de criação recente, é herdeira de um vasto historial, que transitou da anterior Direção do Serviço de Informática e da componente das telecomunicações de terra e radares da Direção do Serviço de Eletrotecnia, ambas criadas em 1975 e com raízes ainda mais antigas.

A Direção do Serviço de Informática passaria, em 1983, a designar-se por DINFA - Direção de Informática e era, até à criação da DCSI, responsável pelo desenvolvimento e sustentação de Sistemas de Informação, conceção e administração de sistemas, equipamentos e suportes lógicos, bem como pela gestão e administração do parque de equipamentos informáticos da Força Aérea.

Quanto à Direção do Serviço de Eletrotecnia, que passaria em 1983 a ser designada por DE - Direção de Eletrotecnia, era, até 2008, responsável pela gestão de três grandes áreas técnicas na Força Aérea: a área da eletricidade de terra, a área da eletrónica de aeronaves e a área das comunicações de terra, navegação e vigilância aérea.

Com a criação da DCSI dá-se a junção num só Órgão da componente técnica anteriormente assumida pela DINFA com a componente das comunicações de terra, navegação e vigilância aérea proveniente da DE.

Surge então um novo Órgão no Comando da Logística, responsável de uma forma integrada pela administração das infraestruturas de comunicações, vigilância, navegação aérea e respetivos sistemas de processamento e visualização; administração, suporte e disponibilização de serviços de TI e, ainda, pelo desenvolvimento, exploração e manutenção dos sistemas de informação e infraestruturas tecnológicas da FAP.

A fusão de muitas das valências das anteriores DINFA e DE numa nova Direção Técnica surge, pois, com naturalidade, resultando da abordagem sistémica entretanto adotada na estrutura da Força Aérea.

DEPENDENTES HIERÁRQUICOS